quarta-feira, 7 de maio de 2014

SIMPLE PAST/USED TO/WOULD used to refer to PAST



When referring to actions that happened in the past but don’t happen anymore (past habits/states), we do so three main ways. 
We can use the Simple Past, the expression Used to and the modal Would. 

The Simple Past is used to express both past habits - actions that existed during a period of time in the past; and past states. This period can be implied or expressed with a time expression or a clause, like, for example, in:

 When I was a child, I visited my grandma every weekend. (habit) / When my brother was young, he liked eggs. (state). 

Simple Past is also used when we talk about past events: I went to the United States in 1998 / I played soccer yesterday. 

Used to refers to past habits and states which were true, used to happen in the past, but are not true nowadays: 

On Sundays, my parents used to take me to dance school / I used to hate dancing in those days / I didn't use to like dancing in those days
(state verb).

These are actions that happened isolated in the past, and don´t have any link with the present, as we can observe, for example, when it comes to the Present Perfect tense. 

The most important difference between Would and Used to / Simple Past, is that the first can only be used with action verbs, as we notice in

From time to time, he would call her to ask if she wanted to meet for lunch / On weekends, I would invite my friends to play tennis.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Students who don´t prepare their homework



 How to convince them of the importance of doing it?

Mistakes are a great way to start talking about homework, since they are, besides the famous excuses like “I´ve been working too much”, “I didn´t have time”, or even “Something strange happened to my computer”, one of the greatest justifications they are used to using when asking us not to “click on ‘undone’”. Fears they bring from their lives, their study background (due to unprepared and repressor teachers) and other personal experiences – obviously, here, taking into consideration the adult students, can interfere specially when it´s time to be called to answer or to interact with others in class.
When you refer to mistakes not as a fail, but a profit from which they can take an enormous advantage, they start seeing homework – and to this, I would also include class participation, with a different mindset. Of course, we are not psychologists, and will never be able to delete fears have been feeding for years. But, in our specific educational environment, we can help them to overcome in some way these fears, and provide them with quality and responsibility.
Other important tool to be used is Wise up Online. As mentioned in the video but we are already aware of, is that some students usually (try to) prepare classes, for example, during the shuttle to the school, seated in the waiting room, few minutes before the class starts.
If we reinforce the idea of preparing homework watching the Wise up Online, with an good English-English online dictionary (I always talk about Mc Millan Online Dicionary) taking advantage of having the episodes, the book opened, inside a proper, comfortable and silent environment, we can push them further into the direction of preparing classes in a profitable and proper way. We have to convince them that they need silence and focus to prepare a good class. Preparing classes inside a bus or a train, or even a car, will be considered for the purposes of the Assessement Charts, and their development will be in danger.
Students who prepare classes, have the opportunity (and time) to know more new things. When the homework is prepared, teachers have time to work with other ways to get to the goal of the class.

As we know, and we have to say to the students, Wise up methodology is thought as a whole and big system or, as the teacher of the video said, a “box”, and preparing classes is an important part of this engine. If it fails, their performance probably will do as well.

Possessive Pronouns and Possessive Adjectives



One of the greatest difficulties we find when dealing with Basic I students is teaching the difference between the POSSESSIVE PRONOUNS and the POSSESSIVE ADJECTIVES. Since that, the most basic way to explain the meaning of both is telling students that a pronoun is a term used to replace of a noun: I, He, She, It = Marcus, Pedro, Suzane, and our imaginary dog, Rex. (slight examples of people and things I´m used to envolving in these interactions in class), her, his, its, my, your; and that adjectives are qualities we give to nouns. The same will happen with the adjectives pronouns - they don´t replace, but modify the noun: Beautiful woman. Funny man / My woman, My man (it´s important to raise these rudimentary adjectives, since they are in the context of the lessons) So, they should be told that the possessive pronouns will appear after the verb be.
This type of initial distinction must be put on board, for them to realize it better. In these cases, we use the following chart, which have as its goal to clear up the position of each pronoun in a sentence:

Rex is my dog. (my = a beautiful)
No, Rex is his dog. (his = a funny)
No, It´s hers!

In these cases, my and his are in place to give quality, modify the noun cat, exactly like beautiful and funny.

Obviously, a chart like this will be always modified. The contexts must be clear to them and the teacher should attempt always to vary the amount of people and things involved in the situation in order to let all of the students play their part in the game, show them the plural forms and provide a proper interaction. Besides that, they must be presented using many gestures, eye contact, pointing the finger (in)directly to the persons involved as well, and mime.

After that, it´s necessary to raise questions to check their understanding, such as:

Suzane, is this/Rex your dog? Expected answer: Yes, it (most of times they use “the dog” or “Rex”) is mine.

Pedro, is this/Rex your dog? Expected answer: No, it (most of times they use “the dog” or “Rex”) is hers.


In these cases, if they don´t use the Subjective Pronouns I try not to raise it – in fact, they never difficulties on mastering them.

sábado, 27 de outubro de 2012

Já?!?!?!?!?!

Estou fechando este blog.

Infelizmente, é muito difícil concorrer com a Kate Perry e com o Neymar.

Obrigado a quem, por educação, um dia já visitou esta inutilidade moderna.

sábado, 13 de outubro de 2012

"O papel e a tinta"




Leonardo da Vinci


"Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas iguais a ela, viu-se coberta de sinais. Uma pena, molhada de tinta preta, havia escrito uma porção de palavras em toda a folha.
– Será que você não podia ter me poupado esta humilhação? - disse, furiosa, a folha de papel para a tinta.
– Espere! - respondeu a tinta - Eu não estraguei você. Eu cobri você de palavras. Agora você não é mais apenas uma folha de papel, mas sim uma mensagem. Você é a guardiã do pensamento humano. Você se transformou num documento precioso.
E, realmente, pouco depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou as folhas de papel para jogá-las na lareira. Mas, subitamente, reparou na folha escrita com tinta e, então, jogou fora todas as outras, guardando apenas a que continha uma mensagem."


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Crase não é acento!

A crase



É muito comum que no nosso dia a dia escutemos "use a crase". Quem não se lembra daquela querida professora da 2ª série dizer o célebre  "a craseado" em seus ditados diários?
Usa-se o acento da crase sem critérios. As pessoas, ao escrever, parecem escolher onde por ou não por o acento pelo recurso do "minha mãe mandou..."
Crase não se usa. Ela OCORRE. O que se pode fazer é colocar o ACENTO INDICATIVO DE CRASE ou não.
A crase é, na verdade, um fenômeno morfo-fonêmico: a fusão da preposição -a com o artigo definido feminino -a ou -as.
Antes de estudar o fenômeno em si, vamos dar uma conferida nas preposições. 
Que são elas mesmo?
Preposição é a palavra invariável que liga dois termos, subordinando-os (proporcionando-lhes uma relação de dependência).
Em: 

Livro de Roberta,

Livro é o termo regente, e Maria, o regido. O de os une, os faz depender um do outro, subordina um ao outro. Assim como em 

Pensei em você. 

Pensei é o termo regente e você, o regido. O em (preposição) os liga.


Voltemos então ao que nos trouxe aos teclados. A crase.
Vejamos a frase: 

Irei à cidade de Pindamonhangaba.

Nela, o termo regente, Irei (quem vai, vai a algum lugar) exige a presença dessa preposição -a, e o termo regido, cidade, vem acompanhado do artigo feminino (-a cidade). Ocorre, então, a crase, que é sinalizada, marcada pelo acento indicativo de crase, neste caso, o acento grave.
Ficaríamos com:

 Irei (a+a=) à cidade de Pindamonhangaba.

Da mesma forma ocorre no plural:

Vamos todos (a+as=) às ruas!

Portanto, a fórmula da crase torna-se fácil:

A (preposição) + A (artigo definido feminino singular) = À

A (preposição) + AS (artigo definido feminino plural) = ÀS

Aquele/aquela, pronomes demonstrativos, também podem se fundir à preposição -a, e se unidos, há a crase.

a+aquele=àquele

a+aquela=àquela

Então, acontece a crase novamente:

Vou àquele jogo do meu time.

Vamos àquela festa amanhã?

Na próxima postagem, veremos algumas observações importantes. Vamos enumerar os casos em que elas nunca ocorrem, os em que ela sempre ocorre, e também onde ela pode ou não acontecer.


Lembrando: a língua que você fala não pode ser difícil!!!

por MV




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Reforma ortográfica - o prazo para aprender está no fim!








do site Biblioteca Virtual - governo do Estado de SP, em 21/02/2009


No dia 1º de janeiro de 2009 entraram em vigor, no Brasil, as novas regras estabelecidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Mas ninguém precisa ficar desesperado para decorar tudo de uma vez. Haverá um período de adaptação até o final de 2012, onde a antiga e a nova ortografia poderão conviver e serem aceitas como corretas. Segundo o Ministério da Educação, essa tolerância deverá ocorrer não somente nas escolas de ensino fundamental e médio, mas também nos vestibulares, concursos públicos, veículos de comunicação etc. Porém, a partir de janeiro de 2013, não vai haver escapatória: somente a nova ortografia será considerada correta. Basicamente, as mudanças giram em torno do uso do hífen, da extinção do trema e de alguns acentos, da padronização de palavras e a inclusão das letras "k", "w" e "y" em nosso alfabeto.
Neste último mês de março, a Academia Brasileira de Letras lançou o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa - ou simplesmente VOLP - que registra a grafia oficial das palavras no Brasil. Conta com cerca de 370 mil palavras e acaba por definir e padronizar questões que acabaram não sendo cobertas ou esclarecidas pelo texto do Acordo ou, ainda, que não foram discutidas com os outros países de língua portuguesa. O uso do hífen, por exemplo, é um dos pontos mais complexos e que mais causa dúvidas. O próprio Acordo deixa muitas lacunas em relação a ele, provocando muitas interpretações. Embora ele diga que duas vogais têm que estar separadas por hífen, acabou não esclarecendo o que fazer no caso dos prefixos "re", "pre" e "pro". De acordo com tradição lexicográfica da língua (ou seja, de acordo com a tradição dos nossos dicionários), esses prefixos nunca foram separados. O VOLP, então, recomenda que palavras com esses prefixos sejam escritas sem hífen mesmo (como em "reeditar", "preencher", etc.).
Lembre-se que por mais que a forma de escrever mude, a pronúncia será sempre a mesma. Ninguém irá dizer "linguiça", literalmente como se lê, pois mesmo que o trema não seja mais utilizado na escrita, ele estará presente na fala. A ortografia é, portanto, uma convenção social; apenas uma representação gráfica e arbitrária do que falamos. De tempos em tempos, estudiosos decidem e padronizam a melhor e mais lógica maneira de escrever as palavras, de olho também na tentativa de unificar as escritas dos diversos povos que falam a mesma língua (como é o caso dos países que compõem aComunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP).
Foram poucas as reformas oficiais da nossa língua em toda a sua história. Mas foram suficientes para mexer com a vida das pessoas e causar estranhezas iniciais, como mostramos na história da Dona Philomena, uma animação que preparamos para este especial.
Mais rápida que as mudanças da língua escrita é a agilidade da língua falada: as gírias, os neologismos (criação de novas palavras), as expressões regionais, etc. surgem e se espalham em nosso cotidiano, podendo demorar anos até serem incorporados aos dicionários. Mas isso não quer dizer que estejam errados - talvez um pouco longe da dita norma culta - pois se conseguem se fazer entender e comunicar dentro dos seus grupos sociais, então são adequados e acabam enriquecendo nossa língua e nossa cultura.



Como aconteceu o acordo ortográfico

O Brasil foi o primeiro país, dos países de língua portuguesa, a começar a aplicar a reforma ortográfica. Embora tenha entrado em vigor no início deste ano, o Acordo que a estabeleceu não é tão novo assim. Ele foi elaborado e assinado em 1990 por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. As negociações e estudos para esse acordo já ocorriam desde a década de 1980. Timor Leste juntou-se ao time mais tarde, assinando o acordo em 2004, dois anos depois de ser reconhecido como país independente.
Mas qual o objetivo dessa reforma? É ter uma única ortografia oficial da língua portuguesa pois, até o momento, existiam duas ortografias consideradas oficiais (a brasileira e portuguesa). A padronização - segundo os seus defensores - irá facilitar e reduzir custos da disseminação da língua nos veículos de cultura e comunicação, tais como livros, jornais, TV, internet etc.; facilitar as relações comerciais (nos textos de propostas e contratos) e fortalecer os países lusófonos no cenário internacional.
O texto original do Acordo previa que as mudanças entrariam em vigor em janeiro de 1994, após a ratificação de todos os países envolvidos. Mas após adiamentos, polêmicas e mudanças nos critérios para aprovação, todo o processo acabou se estendendo por mais alguns anos. Após a ratificação de Portugal, em maio de 2008, o Acordo pode ser implementado a partir de 2009. Assim como o Brasil, outros países aplicarão a reforma gradualmente, conforme cronogramas próprios.
Mesmo após tantos anos, o Acordo sofre muitas críticas por parte dos especialistas e profissionais que lidam com a língua portuguesa. No seu texto há muitos pontos que não foram explicados e discutidos entre os países ainda. Os portugueses têm resistido mais às mudanças, sendo que alguns até acham que a língua será "abrasileirada". Na verdade, a reforma visa aproximar a ortografia da forma falada, o que abolirá, por exemplo, o uso de consoantes mudas (como em acção, acto e óptimo), muito mais frequentes em Portugal. Na verdade, haverá alteração de cerca de 1,5% do vocabulário português e 0,5% do brasileiro. Ao contrário do Brasil, que se apressa em adotar a reforma, Portugal nem bem definiu seus prazos para a adaptação. No entanto, isso não quer dizer que a reforma é uma unanimidade em terras brasileiras; há muitas críticas em relação à falta de clareza do Acordo, aos custos excessivos em face aos poucos possíveis benefícios. Porém a realidade é essa: não é a primeira vez que há uma reforma ortográfica de nossa língua e a adaptação realmente nunca foi fácil, mas as dificuldades - como tudo na vida - acabam passando.

http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/especial/200904-reformaortografica1.php

por MV